segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Que absurdo!!! Cadê a Ética???



Olá minhas colegas.
               Vocês viram o caso da menina Joanna que morreu na ultima sexta, esteve em coma por mais de um mês em uma clínica na zona sul do Rio de Janeiro. Mas o que mais me revolta, fora a parte dela ser um instrumento de disputa entre os pais. É de um estudante de medicina atende pessoas passando-se como um médico já formado e o Hospital  aceita esse tipo de atitude.
               É de revolta qualquer um, eu sou mãe e lamentável essa falta de Ética, Moral, Cidadania e a falta do amor ao próximo.
               Cadê a Ética??
                É essa pergunta que me faço, pois sou estudante na área da saúde e tenho certeza que não podemos brincar com a saúde e o bem estar do outro.
                O mundo meu Deus não pode está perdido, temos que luta para mudanças já. Na criação de nossas crianças, na adolescênçia em todos os momentos da nossa vida. O respeito com o outro não pode fica assim amercê das pessoas sem dignidade.
                Está ai meu protesto!! Gente faça também a sua parte, Proteste!!!

No Estatuto da Criança e do Adolescente diz que no:
Art. 4º É dever da família, da comunidade, da sociedade em geral e do poder público assegurar, com absoluta prioridade, a efetivação dos direitos referentes à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao esporte, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária.

Parágrafo único. A garantia de prioridade compreende:

a) primazia de receber proteção e socorro em quaisquer circunstâncias;
b) precedência de atendimento nos serviços públicos ou de relevância pública;
c) preferência na formulação e na execução das políticas sociais públicas;
d) destinação privilegiada de recursos públicos nas áreas relacionadas com a proteção à infância e à juventude.

Art. 5º Nenhuma criança ou adolescente será objeto de qualquer forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão, punido na forma da lei qualquer atentado, por ação ou omissão, aos seus direitos fundamentais.

Art. 6º Na interpretação desta Lei levar-se-ão em conta os fins sociais a que ela se dirige, as exigências do bem comum, os direitos e deveres individuais e coletivos, e a condição peculiar da criança e do adolescente como pessoas em desenvolvimento.

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